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Enciclopédia de cibersegurança Security Defined What is a Cyber Security Kill Chain?

O que é a Cyber Security Kill Chain?

7 min read

O que é a Cyber Security Kill Chain?

O modelo de Cyber Security Kill Chain explica o procedimento típico que os hackers adotam quando executam um ataque cibernético bem-sucedido. É uma estrutura desenvolvida pela Lockheed Martin proveniente de modelos de ataque militar e transposta ao mundo digital para ajudar as equipes a conhecer, detectar e prevenir ameaças cibernéticas persistentes. Embora nem todos os ataques cibernéticos utilizem todas as sete etapas do modelo de Cyber Security Kill Chain, a maior parte dos ataques utiliza a maioria deles, muitas vezes abrangendo da etapa 2 à etapa 6.

definição de cyber security kill chain

 

Quais são as etapas da Cyber Security Kill Chain?

etapas do modelo cyber kill chain

Há vários outros modelos de Cyber Kill Chain desenvolvidos por outras empresas, mas por uma questão de simplicidade, vamos nos concentrar no modelo da Lockheed Martin, que é a estrutura mais conhecida do setor. Incluímos explicações, bem como soluções rápidas para cada uma, para que você possa entender melhor o processo que os hackers adotam para se infiltrarem em um alvo.

 

Etapa 1: Reconhecimento

Como qualquer forma de guerra tradicional, os ataques cibernéticos bem-sucedidos começam com muita coleta de informações. O reconhecimento é o primeiro passo da Cyber Security Kill Chain e utiliza muitas técnicas, ferramentas e recursos de navegação na web mais comumente utilizados, como:

  • Mecanismos de busca
  • Arquivos da web
  • Serviços públicos na nuvem
  • Registros de nomes de domínio
  • Comando WHOIS
  • Analisadores de pacotes (Wireshark, tcpdump, WinDump, etc)
  • Mapeamento de rede (nmap)
  • Comando DIG
  • Ping
  • Scanners de porta (Zenmap, TCP Port Scanner, etc)

Há uma ampla variedade de ferramentas e técnicas usadas por hackers para coletar informações sobre seus alvos, cada um dos quais expõe diversos bits de dados que podem ser usados para encontrar portas em suas aplicações, redes e bancos de dados, que cada vez mais migram para a nuvem. É importante proteger seus dados confidenciais por trás de defesas SASE na nuvem, criptografia e páginas da web seguras, a fim de evitar que invasores esbarrem em informações comprometedoras enquanto navegam por seus ativos acessíveis ao público, como aplicações e serviços em nuvem.

 

Etapa 2: Armar

Depois que um invasor coleta informações suficientes sobre o alvo, ele escolhe um ou vários vetores de ataque para invadir o seu espaço. Um vetor de ataque é um meio de um hacker obter acesso não autorizado aos seus sistemas e informações. Os vetores de ataque variam do básico ao altamente técnico, mas o que se deve lembrar é que, para hackers, os alvos geralmente são escolhidos pela avaliação do custo versus ROI.

Tudo, desde o poder de processamento até o tempo para alcançar o sucesso, são fatores considerados pelos hackers. Os hackers típicos são flexíveis e buscam o caminho de menor resistência, e é por isso que é tão importante considerar todos os pontos possíveis de entrada na superfície de invasão (todos os pontos totais em que você está suscetível a uma invasão) e endurecer sua segurança corretamente.

Os vetores de ataque mais comuns são:

  • Credenciais fracas ou roubadas
  • Serviços de acesso remoto (RDP, SSH, VPNs)
  • Funcionários descuidados
  • Invasores (insiders) internos
  • Criptografia ruim ou inexistente
  • Configuração incorreta do sistema
  • Relações de confiança entre dispositivos/sistemas
  • Phishing (engenharia social)
  • Ataques de negação de serviço
  • Ataques man-in-the-middle (MITM)
  • Cavalos de Troia
  • Ataques de SQL injection
  • E muitos outros

Lembre-se: um hacker precisa de somente um vetor de ataque para ser bem-sucedido. Portanto, sua segurança deve ser tão forte quanto seu ponto mais fraco. Cabe a você descobrir onde estão esses possíveis vetores de ataque. Os ataques de ransomware continuam explorando serviços de acesso remoto para conseguir entrar, fazer movimentos laterais, detectar dados confidenciais para exfiltração, tudo antes de criptografar e fazer solicitações de resgate.

Por isso, normalmente, assim que um invasor entra, o próximo passo é encontrar maneiras diferentes de mover-se lateralmente por toda a rede ou pelos recursos em nuvem, intensificar seus privilégios de acesso para que o ataque reúna as informações mais valiosas e, assim, permanecer não detectado pelo maior tempo possível. Para evitar esse tipo de comportamento é preciso adotar princípios de "Confiança Zero" (Zero Trust) que, quando aplicados à estrutura de segurança e rede, exigem constantemente a confirmação da identidade enquanto os usuários se movem de uma área para outra em redes ou aplicações.


Relatórios: Relatórios do Netskope Threat Labs


 

Etapa 3: Entregar

Agora que um hacker conseguiu o acesso aos seus sistemas, ele terá a liberdade de que precisa para entregar a carga reservada para você (malware, ransomware, spyware, etc.). Ele vai configurar programas para todos os tipos de ataques, sejam imediatos, adiados ou desencadeados por uma determinada ação (ataque por bomba lógica). Às vezes, esses ataques são um único movimento, outras vezes os hackers estabelecem uma conexão remota com sua rede, e assim passa a monitorar e gerenciar a rede remotamente.

A detecção de malware com Next Gen SWGs para descriptografia TLS e inspecionar o tráfego na web e na nuvem são componentes-chave para impedir a entrega desses tipos de carga. Estão ocorrendo cada vez mais ataques na nuvem, com 68% de malware utilizando entrega na nuvem versus entrega na web. A execução de serviços internos de varredura de ameaças de tráfego na web e na nuvem, e ainda considerar o status de todos os dispositivos de endpoint, é crucial para garantir que sua empresa não seja infectada com nenhum software malicioso.

 

Etapa 4: Explorar

Assim que o payload do invasor é entregue, a exploração de um sistema começa, dependendo do tipo de ataque. Como mencionado anteriormente, alguns ataques são postergados e outros dependem de uma ação específica tomada pelo alvo, conhecida como bomba lógica. Esses programas às vezes contêm elementos de ofuscação para ocultar sua atividade e sua origem, a fim de evitar a detecção.

Depois que o programa executável for acionado, o hacker poderá iniciar o ataque conforme planejado, o que nos leva aos próximos passos, abrangendo diferentes tipos de explorações.

 

Etapa 5: Instalar

Se um hacker vir oportunidades de ataques futuros, o próximo passo será instalar um backdoor para ter um acesso constante aos sistemas de seu alvo. Dessa forma, eles podem entrar e sair da rede do alvo sem correr o risco de detecção ao reentrar através de outros vetores de ataque. Esses tipos de backdoors podem ser estabelecidos por meio de rootkits e credenciais fracas, e enquanto seu comportamento não enviar sinais de alerta para uma equipe de segurança (como por exemplo, tempos de login incomuns ou grandes movimentos de dados), essas intrusões poderão ser difíceis de detectar. A arquitetura SASE está unindo defesas de segurança para coletar metadados avançados de usuários, dispositivos, aplicações, dados, atividades e outros atributos para auxiliar nas investigações e aprimorar a detecção de anomalias.

 

Etapa 6: Callback

Assim que os programas e backdoors estiverem instalados, um invasor assumirá o controle dos sistemas e executará qualquer ataque que tiverem reservado para você. Todas as ações que executarem aqui têm o único objetivo de manter o controle da situação com o alvo, que podem assumir todas as formas, como plantar ransomware, spyware ou outros meios para exfiltrar dados no futuro.

Infelizmente, quando você descobre uma invasão ou exfiltração provavelmente já é tarde demais, poisa os hackers já tomaram conta do sistema. Por isso, é importante ter defesas que monitorem e avaliem os movimentos de dados para detectar qualquer atividade suspeita. É muito mais provável que uma máquina detecte e evite comportamentos maliciosos de forma mais rápida do que qualquer administrador de rede.


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Etapa 7: Persistir

Tudo levou a isso. Esta é a etapa de execução contínua, em que um invasor age contra seu alvo e pode criptografar seus dados para cobrar pelo resgate, utilizar exfiltração para ganhos financeiros, derrubar sua rede via negação de serviço ou monitorar o comportamento do seu sistema para quaisquer outras aberturas via spyware, para citar somente algumas possíveis consequências. A espionagem e o monitoramento conduzem as ações nesta última etapa de kill chain, em que os invasores mantêm a discrição e persistem.

Aqui é que o monitoramento em tempo real de movimentação de dados e de detecção de comportamento suspeito é crucial, pois os invasores agirão o mais rápido possível para atingir os seus objetivos. Nunca há tempo suficiente para reagir a todas as anomalias possíveis dentro de uma grande estrutura corporativa, de modo que seu papel na prevenção deve ser proativo e não reativo.

Putting the Cyber Security Kill Chain Steps into Practice

Agora que você tem conhecimentos básicos sobre as etapas comuns de kill chain que sua empresa enfrenta, cabe a você preencher as lacunas da sua estratégia de segurança. Embora essas etapas tenham sido originalmente desenvolvidas considerando a segurança tradicional baseada no perímetro, muitas dessas etapas também são empregadas também por invasores internos, com técnicas como aumento de privilégios, shoulder surfing, SQL injections e muitos outros.

Há todos os tipos de razões para ataques, incluindo financeiros, políticos e até mesmo somente por diversão e reconhecimento. Conhecer quais motivações um invasor pode ter para atacar sua empresa ajudará você a planejar possíveis vetores de ataque.

Ao desenvolver suas estratégias de defesa, é importante observar todos os pontos fracos possíveis, desde sua rede até a nuvem. A boa notícia é que a Netskope está posicionada para assumir o controle contra todos os tipos de ameaças, internas e externas, a seus usuários, aplicações, dados e infraestrutura de nuvem. Saiba mais sobre como a Netskope pode ajudá-lo a impedir a perda de dados e monitorar movimentos anormais dos dados da nuvem hoje mesmo.

 

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